quinta-feira, 11 de abril de 2013

A lenda do Açaí

E
m uma determinada tribo indígena na Amazônia havia muita fome. O chefe da tribo não sabia o que fazer para amenizar o problema, os índios sofriam, outros choravam e gritavam de fome. Não havia o que comer. A pouca alimentação que tinha não dava para todos. A aldeia estava em crise.
Determinado a acabar com a falta de comida, o chefe foi pensar. Passou horas procurando uma solução, até que teve uma ideia. Voltou à tribo e comunicou a todos que já tinha uma solução para o problema. Todos se reuniram para escutar as palavras do líder.
O chefe da tribo decretou uma lei, que durante o período de lavoura, nenhuma mulher na tribo poderia engravidar, todas teria que trabalhar junto com o seu companheiro para cultivar a alimentação, e quem descumprisse a lei engravidando, seu filho seria sacrificado. A lei duraria, enquanto houvesse falta de comida. Na fartura, as mulheres poderiam engravidar.
Assim a população da tribo se manteria estagnada, enquanto a lavoura amadurecia para alimentar a todos.
Mas uma mulher acabou engravidando durante o período da lei. Como a lei decreta, o chefe deveria sacrificar a criança assim que nascesse. Mas como sacrificar uma criança que é seu primeiro neto? A filha do chefe era a mulher grávida!
A criança nasceu, como líder, o chefe deveria dar o exemplo, e assim o fez. A criança foi sacrificada, deixando triste sua linda filha Iaça. Ela se agarrou a uma palmeira, e lá chorou até a morte.
Triste com o acontecimento, o chefe decretou outra lei, que todos deveriam se alimentar dos frutos daquela árvore, quando ela frutificasse, e que os frutos teriam o nome de sua filha Iaça escrito de forma contraria, Açaí.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A Contadora de Histórias


Q
uando Juliana entrou na classe, todo mundo estranhou a novidade:
– Hoje a gente vai ficar sem história na hora do recreio...
– Uééé... por quê? – estranhou Diego. – Dona Elisa sempre conta histórias pra gente...
– É que ela faltou hoje.
Dona Elisa, a idosa faxineira da escola, tinha uma memória maravilhosa e uma imaginação melhor ainda. Todos os dias, a criançada se reunia em torno dela na hora do recreio e era uma delicia! Muito melhor do que desenho animado na televisão. Às vezes, eram histórias antigas, que dona Elisa sabia de cor. Aventuras com príncipes, princesas, dragões, bruxas e gigantes ameaçadores. Outras vezes, eram histórias que ela mesma inventava e das quais o pessoal parecia gostar ainda mais.
– Que pena! – lastimou Diego. – Mas amanhã ela vem e apostou que vai contar uma história nova, ainda mais legal!
Mas, no dia seguinte, dona Elisa faltou de novo.
– O que será que está acontecendo? – perguntou Diego. – Será que ela está doente?
Juliana decidiu:
– Depois da aula, vamos à casa dela. Precisamos saber o que aconteceu.
– Isso mesmo. Sem história é que a gente não pode ficar!
Dona Elisa morava meio longe da escola, mas Juliana e Diego encontraram facilmente a casa da contadora de história.
La estava a querida dona Elisa deitada na cama:
– Que bom que vocês tiveram a idéia de me visitar, queridos! Vieram ouvir minhas histórias?
Juliana deu uma olhada para Diego. É claro que eles queriam se divertir mais uma vez com as histórias de dona Elisa, mas não era por isso que estavam ali.
– Nada grave, Juliana. São as minhas costas. Ando com umas dores... Mas já estou melhorando, com o repouso e os remédios.
– Que bom! – Disse Diego. – Quer dizer que logo a senhora vai voltar a escola?
Dessa vez, o sorriso apagou-se do rosto de dona Elisa.
– Acho que não, Diego. O médico disse que eu não posso mais ficar o dia inteiro ma abaixando para pegar papéis no chão. Que o meu trabalho é muito pesado. Vou ter de me aposentar...
Quando Juliana e Diego chegaram à escola com a terrível notícia, aconteceu uma verdadeira revolta! Todo mundo falando ao mesmo tempo:
– O quê?! Dona Elisa aposentada?
– E como é que a gente vai ficar?
– Ah, não, não e não!
– Quem vai contar histórias pra gente?
– Mas o que podemos fazer? – responda Diego. – Ela está muito idosa, com dor nas costas. O trabalho dela aqui na escola é muito pesado...
– Vamos falar com a diretora! – decidiu Juliana. – Quem sabe ela dá um jeito...
E foram. A diretora ouviu com paciência tudo o que as crianças diziam e, no fim, explicou a situação:
– É verdade, crianças. Dona Elisa realmente não pode mais trabalhar aqui. Mas fiquem sossegados. Logo teremos outra pessoa para fazer o trabalho de faxina.
Juliana pulou:
– Outra pessoa? Mas a gene não quer outra pessoa. A gente quer a dona Elisa!
– Compreenda, Juliana. Ela não aquenta mais o trabalho pesado e...
– Isso a gente entende – contou Diego. – Mas por que a senhora não contrata outra pessoa para fazer a faxina e deixa dona Elisa só como contadora de história?
– Porque esta é uma escola pública, Diego. Falta verba para quase tudo. Eu não posso manter dona Elisa na folha de pagamento e contratar outra faxineira...
– Então não contrate! – propôs Juliana. – A gente pode passar sem faxineira, mas não sem contadora de histórias!
– Isso é que não, Juliana – respondeu a diretora. – O pátio fica uma sujeira só, no fim do recreio. Eu preciso de alguém para faxina.
– Deixe que a gente ajude na faxina! – ofereceu Diego.
A diretora sorriu:
– Ora, Diego! Vocês têm é de assistir às aula. E a faxina é feita durante as aulas!
Juliana levantou-se e lançou a proposta mais maluca:
– Ninguém precisa limpar o pátio se a gente não sujar!
– Como?!
– É isso mesmo. Esta é a nossa escola, igual à nossa casa. Lá, a gente não joga lixo no chão, não é? Se ninguém jogar papel de bala ou sorvete no chão do pátio, a escola não precise de faxineira!
– Ora, Juliana! E as classes? E a sujeira que o vento traz da rua? E as folhas das árvores?
– Pode deixar, diretora – a menina estava com uma expressão decidida no rosto, feita gente grande. – A gente vai dar um jeito nesse problema!
A idéia maluca de Juliana começou a ser posta em prática por todas as crianças, que aceitaram com entusiasmo a proposta. Não, a escola contratou outra faxineira. Eles iriam cuidar da questão.
 E começaram. Em primeiro lugar, descobriram que a diretora não tinha verba para comprar cestos de lixo para o pátio. Então um grupo de crianças encarregou-se de arranjar latas grandes e caixotes, e de mantê-los bem forrados no recreio.
Diego falou com o dono do mercadinho próximo à escola e ele concordou em doar uma porção de vassouras (também, o homem tinha dois filhos estudando lá!). Assim, poucos minutos antes do final do recreio, todas as crianças pegavam suas vassourinhas e varriam as folhas das árvores e outras sujeiras menores. Eram tantas crianças e tantas vassouras, cada um com um pedacinho tão pequeno para varrer, que a limpeza não demorava quase nada.
Cuidaram das classes do mesmo jeito. Ninguém mais jogava papéis no chão, e tudo permanecia sempre limpíssimo.
Um dia, um aluno distraiu-se e deixou cair um papel de sorvete no pátio. Ah, tomou uma vaia tão grande de todos os outros, ficou tão vermelho de vergonha que, a partir daí, tornou a varredor mais dedicado da escola!
Só que, depois que as crianças se envolveram no problema, descobriram muitos outros. As verbas da escola estadual eram tão pequenas que a diretora enfrentava dificuldades maiores do que apenas que a limpeza. Faltava tudo. Não havia dinheiro para comprar lâmpadas novas, para substituir vidraças, para comprar livros para a biblioteca, para nada.
Por isso, as crianças resolveram que aqueles problemas eram também delas.
Em primeiro lugar, passaram a organizar festas e quermesses na escola, nos fins de semana. As mães colaboravam como bolos, doces e outras coisas que podiam ser vendidas aos pedaços. O dono da padaria próxima, que também tinha dois filhos estudando na escola, doou várias caixas de refrigerantes.
As crianças decoravam o pátio com bandeirinhas de papel de seda feitas por elas próprias e tomavam conta das barracas durante as festas.
Vendiam pedaços de bolo, doces e refrigerantes bem baratinhos, Pois nenhuma delas era rica. No fim das festas, sempre arrecadavam um bom dinheiro, que eram entregues a diretora para as compras mais urgentes.
Aos poucos, todos os comerciantes do bairro foram ajudando os alunos na campanha, e muitas das necessidades da escola eram satisfeitas sem que a diretora precisasse gastar nada, pois as crianças pediam com tanto jeito que ninguém tinha coragem de negar. Era só pedir, que as crianças conseguiam lâmpadas, vidraças e muitas coisas mais. Os livros para a biblioteca chegaram em tal quantidade que os alunos tiveram de conseguir com a marcenaria a doação de tábuas. Ganharam também alguns tijolos e elas mesmas construíram estantes para guardar os novos livros.
– Gente! – propôs Juliana em uma das reuniões que agora as crianças promoviam sempre para discutir o que deveria ser feito em seguida. – A gente pode conseguir muito mais! Que tal começar a pensar em um laboratório? E em instrumentos para uma banda de música? E em computadores?
– Computadores?! Isso! A gente pode tudo!
O entusiasmo tomou conta da escola. Alguém deu a idéia de fazer campanhas para o recolhimento de jornais velhos e garrafas. Com a venda daquilo tudo, era mais dinheiro que entrava!
– Aqui é como nossa casa! – dizia Juliana, excitada com aquilo que eles estavam conseguindo. – Se o governo não tem dinheiro para cuidar da nossa escola, cuidamos nós!
Os adultos do bairro concordaram com Juliana. Naquela escola estudavam seus filhos e eles não podiam só ficar reclamando do governo. Se não agissem, se não ajudassem o funcionamento da escola do modo que cada um pudesse, não haveria solução.
– E agora, pessoal – comandou Diego. – Vamos escrever cartas para o prefeito, para os vereadores, pra os deputados e até para o governador! Se a gente não pressionar, ai sim é que eles não vão mandar verbas para melhorar nossa escola! Vamos fazer um baixo-assinado turma!
Os alunos tinham descobertos que as soluções estavam em suas próprias mãos...
E a nova fase da escola passou a ser comentado nos jornais, no rádio e na televisão!
A diretora, no fim, não precisou contratar outra faxineira. A escola nunca estivera tão limpa, tão bonita e tão aparelhada.
Resultado dona Elisa foi melhorando e já podia voltar à escola, porque agora só precisaria fazer as coisas mais leves, pois teria uma porção de ajudantes! Assim, ela ficou com tempo de sobra, e as crianças a nomearam “contadora oficial de histórias”, a única função que faltava à escola e que o dinheiro conseguido pelas crianças não podia comprar...
O primeiro dia da volta de dona Elisa foi uma festa. O pátio estava lotado: a diretora, todos os funcionários e professores compareceram para ouvir a história que ela tinha criado pra aquela ocasião especial.
– Hoje eu vou contar a história de um grupo de crianças maravilhosas...
Pedro Bandeira

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Os três verbos do sucesso


Ter, Fazer e Ser” ou será que é “Ser, Fazer e Ter”. Isso tem que ser analisado com cuidado! Muitos pensam que a primeira sequência é a correta, por ser mais fácil, poucos acham que a segunda e a correta. Primeiro vamos analisar o que eu quero dizer com cada palavra!
Ter: para ser bem sucedido na vida é necessário dinheiro, ganhos, posses, enfim. Por exemplo, o sonho de muitos é ganhar na loteria para ter dinheiro e mudar de vida.
Fazer: montar um negócio, arrumar um emprego, fazer um bom trabalho e etc.
Ser: mostra o que realmente é como pessoa. Ser uma boa pessoa, bom aluno, bom funcionário ou um bom patrão e etc.
Para explicar melhor vou usar exemplo. Quem ganha na loteria está fazendo uso da primeira sequência. Ela agora tem dinheiro, vai fazer uso dele para ser alguém; um funcionário tem ótimo cargo, faz de seus subordinados escravos para ser respeitado.
Poucas são as pessoas que usaram esse caminho e venceram na vida. E quase impossível conhecer alguém que ganhou na loteria e ainda é rico hoje. Eu não conheço ninguém.
Quando usa a segunda sequência, como por exemplo: uma pessoa que é um bom funcionário consegue fazer um ótimo trabalho e com certeza terá grandes promoções, com isso será bem sucedido (a) em tudo; alguém que é um bom aluno consegue fazer boas provas e com isso terá sua aprovação.
A sequência “Ser, Fazer e Ter”, na minha concepção é a mais válida, demostra honestidade e o caminho mais correto para conseguir vencer em todas as áreas da vida. Esse caminho tem suas dificuldades, por isso, dar certo. Tudo que é difícil de conquistar dura para sempre e a alegria é maior quando conquistado. Mas o que fácil, pode até ser emocionante, mas dura pouco.
Joel Moraes

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

A Fitinha Azul


Uma professora de determinado colégio decidiu homenagear cada um dos seus alunos falando-lhes sobre diferença que tinha feito em sua vida naquele ano.
Chamou um de cada vez à frente. Começou dizendo a cada um a diferença que tinha feito para ela e para os outros da turma. Então deu a cada um uma fita azul, que estava escrito: “Quem Eu Sou deixa marca”.
Mais adiante, resolveu propor um projeto para a turma, para que pudessem ver o impacto que o reconhecimento positivo pode ter sobre uma comunidade.
Deu a cada aluno mais uma fita azul, com os mesmos dizeres, e os orientou a entregarem as fitas para as pessoas que conheciam e que achavam que desempenhavam um papel diferente.
Contudo, deveria acompanhar os resultados para ver quem homenagearia quem, e informar esses resultados à classe ao fim de uma semana.
Um dos alunos procurou um Office boy de uma empresa próxima, e o homenageou por um dia tê-lo ajudado. Deu-lhe a fita azul, pregando-a em sua camisa.
Mais tarde, naquele dia, o Office boy procurou seu chefe, que era conhecido, por sinal, como uma pessoa de difícil trato. Fez seu chefe sentar-se e lhe disse que o admirava muito por ser ele um gênio criativo. O chefe pareceu ficar muito surpreso.
O rapaz perguntou a ele se aceitaria a fita azul e se lhe permitiria coloca-la nele. O chefe surpreso disse: “É claro”.
Colocando a fita no bolso acima do coração, o Office boy disse: “Passe-a a alguém que você admira muito.”.
No final do dia, quando o chefe chegou a sua casa, chamou seu filho de 14 anos e o fez sentar-se diante dele. E disse:
“A coisa mais incrível me aconteceu hoje. Eu estava na sala e um dos Office boys vaio e me deu uma fita azul pelo meu gênio criativo. Imagine só! Ele acha que sou um gênio! Então me colocou esta fita que diz que ‘Quem Eu Sou deixa marca’. Pedindo que eu escolhesse alguma outra pessoa que eu achasse merecedora de igual reconhecimento. Quando vinha para casa, enquanto dirigia, fiquei pensando em quem eu escolheria e passei em você. Gostaria de homenageá-lo. Meus dias são muito caóticos e quando chego em casa, não dou muita atenção a você. Às vezes, grito com você por não conseguir notas melhores na escola, e por seu quarto estar sempre uma bagunça. Mas por alguma razão, hoje, agora, me deu vontade de tê-lo à minha frente, sabe, simplesmente, para dizer a você, que você faz uma grande diferença pra mim. Além de sua mãe, você é a pessoa mais importante da minha vida. Você é um grande garoto, filho, eu te amo!”.
O menino, pego de surpresa, desabou a chorar sem parar. Ele olhou seu pai e falou entre lágrimas:
“Pai, poucas horas atrás eu estava no meu quarto e escrevi uma carta de despedida endereçada a você e à mamãe, explicando porque havia decidido me suicidar e lhes pedindo perdão. Pretendia me matar enquanto vocês dormiam. Achei que vocês não se importavam comigo. A carta está lá em cima, mas acho que não vou mais precisar dela.”.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

A igreja de Nossa Senhora das Mercês


A igreja de Nossa Senhora das Mercês, teve iniício em sua construção no ano de 1640, coberta de palha e ao lado anexado havia um convento. Em 1753, um novo templo foi construído por Antônio Land, o atual. O único em perfil convexo.
O convento e a igreja ficaram em poder dos Marcedários até serem expulsos do Pará em 1794, por determinação da Coroa portuguesa, e foram confiscados todos os seus bens pelo Estado. A igreja passou a pertencer a Irmandade Militar de Santo Alexandre que a usou com deposito de sal. Quando o Brasil se torna república, o governo entrega o prédio ao Arcebispado de Belém.
A comunidade dos Marcedários nunca havia retornado. Em 2004 foi autorizado o retorno deles.


Antes







Atualmente







sábado, 22 de dezembro de 2012

Estação das Docas

A Estação das Docas oferece ao público visitante, varias atrações. Danças típicas do Estado do Pará, excelente culinária paraense, segurança, frente para o por do sol e a história de Belém. Além de teatro, música e diversão.
Pessoas de varias partes do mundo visitam o local, prestigiam, fotografam e animam suas famílias com as atrações ofertadas.
Conhecer o Pará e não visitar a Estação das Docas é como deixar de conhecer parte da história, da cultura, do cheiro e da beleza de Belém. 
O povo paraense está de braços aberto para receber você, amigo leitor.













segunda-feira, 27 de agosto de 2012

LEIS QUE TRAMITAM EM BRASÍLIA CONTRÁRIAS À IGREJA, PRINCIPALMENTE EVANGÉLICAS.

POR FAVOR, LEIAM, OREM, INTERCEDAM E REPASSEM PARA O MUNDO.
A Bíblia diz que no fim dos tempos os filhos de Deus serão perseguidos e odiados. Veja aqui abaixo algumas leis brasileiras, que, SE APROVADAS, impedirão a nossa ação do Evangelho no Brasil.
  • Será proibido fazer culto ou evangelismo na rua (Reforma Constitucional).
  • Cultos somente com portas fechadas (Reforma Constitucional).
  • As igrejas serão obrigadas a pagarem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
  • Programas evangélicos na televisão apenas uma hora por dia.
  • Pastor só poderá fazer programa na televisão, se tiver faculdade de jornalismo.
  • Será considerado crime pregar sobre espiritismo, feitiçaria e idolatria, e também veicular mensagem na rádio, televisão, jornais e internet, sobre essas práticas contrárias a Palavra de Deus.
  • Pastores que pregam sobre dízimos e ofertas, dependendo do número de reclamações serão presos.
  • Pastores que forem presos por pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada (homossexualismo, idolatria e espiritismo), não terão direito de defender por meio da ação judicial.
  • Igrejas que não realizarem casamento de homem com homem e mulher com mulher, estarão fazendo “discriminação”, poderão ser multados e os pastores processados.
  • Querem que o dia do “Orgulho Gay” seja oficializado em todas as cidades brasileiras. 
Estai vós de sobreaviso, porque vos entregaram aos tribunais e às sinagogas; sereis açoitados, e vos farão comparecer à presença de governadores e reis, por minha causa, para lhes servir de testemunho. Mas é necessário que primeiro o evangelho seja pregado a todas as nações. Quando, pois, vos levarem e vos entregarem, não vos preocupeis com que haveis de dizer, mas o que vos for concedido naquela hora, isso falai; porque não sois vós os que faleis, mas o Espirito Santo. Um irmão entregará à morte outro irmão, e o pai, ao filho; filhos haverá que se levantarão contra os progenitores e os matarão. Sereis odiados de todos por cauda do meu nome; aquele, porém, perseverar até o fim, esse será salvo.
Mateus 13:9-13

Reforma Constitucional – Mudanças no texto da Constituição que garantem a liberdade de culto. Se aprovado, fica proibido culto fora das igrejas (evangelismo de rua), cultos religiosos só com portas fechadas.

1- Projeto nº 4.720/03 – Altera a legislação do “imposto de renda” das pessoas jurídicas.
2- Projeto nº 3.331/04 – Altera o artigo 12 da lei nº 9.250/95, que trata da legislação do imposto de renda das “pessoas físicas”.
Se convertido em Lei, os dois projetos obrigaram as igrejas a recolherem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuição.
3- Projeto nº 299/99 – Altera o código brasileiro de telecomunicação (Lei 4.117/62).
Se aprovado, reduziria programas evangélicos no rádio e televisão à apenas uma hora.
4- Projeto nº 6.398/05 – Regulamenta a profissão de Jornalista.
Contém artigos que estabelecem que só poderá fazer programa de rádio e televisão, pessoas com formação em jornalismo através desses meios.
5- Projeto nº 1.154/03 – Proíbe veiculação de programas em que o teor seja considerado preconceito religioso.
Se aprovado, será considerado crime pregar sobre idolatria, feitiçaria e rituais satânicos. Será proibido que mensagens sobre essas práticas sejam veiculados no rádio, televisão, jornais e internet. A verdade sobre esses atos contrários a Palavra de Deus, não poderá mais ser mostrado.
6- Projeto nº 952/03 – Estabelece que é crime atos religiosos que possam ser considerados abusivos a boa-fé das pessoas.
Convertidas em lei, pelo número de reclamações, pastores serão considerados “criminosos” por pregar sobre dízimo e ofertas.
7- Projeto nº 4.270/04[/b] – Determina que comentários feitos contra ações praticadas por grupos religiosos possam ser passiveis de ação civil.
Se convertidos em lei, as Igrejas Evangélicas ficariam proibidas de pregar sobre praticas condenadas pela Bíblia Sagrada, como espiritismo, feitiçaria, idolatria e outros. Se o fizerem, não terão direito de se defender por meio de ação judicial.
8- Projeto nº 216/04[/b] – Torna inelegível a função religiosa com a governamental.
Significa que todo pastor ou líder religioso lançado a candidatura para qualquer cargo político, não poderá de forma alguma exercer trabalho na igreja.

Existem outros projetos em andamento que ferem princípios bíblicos, entre eles:
  • Casamento de homens com homens e mulheres com mulheres.
  • Estabelecer um dia oficial do “Orgulho Gay” em todas as cidades brasileiras, entre outros.